Cuide de seu corpo para que sua alma se sinta bem

30 agosto 2018

8 mitos e verdades sobre a alimentação vegetariana!



Não sei se você sabe, mas o mês de outubro é um mês muito especial para o mundo vegetariano, afinal de contas é neste mês que é celebrado o dia mundial do vegetarianismo e dos adeptos deste estilo alimentar. Aproveitando essa leva de comemorações decidimos preparar esse artigo para acabar de vez com alguns mitos e dúvidas que ainda estão em torno filosofia de vida alimentar (assim decidimos chamar). Claro as dúvidas são inúmeras mas hoje vamos acabar de vez com 8 delas, assim se você está pensando em aderir esse estilo alimentar, tenho certeza que esse artigo será muito útil.
Antes de entrar em todos os detalhes, vale lembrar que esta comemoração foi oficialmente criada pela sociedade vegetariana norte-americana, isso lá por volta de 1977 e o principal objetivo é estimular o desenvolvimento de um planeta mais ético, mais saudável e acima de tudo mais ecológico.Para você ter uma ideia, apenas no Brasil estima-se que existem cerca de 16 milhões de pessoas adeptas a alimentação vegetariana, ou melhor desta Filosofia de vida e para que não tenha dúvida, estes dados são segundo o IBOPE de 2012.
Agora fica claro que se tinha alguma dúvida sobre a quantidade de adeptos desse tipo de alimentação, bem essas informações deixam bem claro que existem sim e muitas pessoas que já aderiram e fazem da alimentação vegetariana um verdadeiro estilo de vida saudável de ser.
Mais chega de enrolar e vamos direto as dúvidas, afinal de contas tenho certeza que você tem ou já ouviu algumas delas em algum momento. Para começar, não podemos deixar de falar da proteína.

1 Vegetarianos comem proteína?

Essa é uma dúvida crucial que mesmo quem não pensa em entrar para esse novo estilo alimentar, talvez em algum momento já tenha se perguntado isso, já pensar em vegetais, nem sempre é sinônimo de pensar em proteínas, mais antes que continue com esse pensamento, já posso adiantar que se trata-se de um mito.
Talvez agora você esteja se perguntando, “ué, mas como assim? eles consomem proteína?”, Isso mesmo! Os Vegetarianos mantém a proteína nas suas refeições do dia-a-dia, porém elas não são de origem animal, pelo contrário, são de origem vegetal, como fica por conta dos vegetais e leguminosas que contém uma alta concentração de proteína. Neste campo podemos citar o feijão, a Ervilha, a soja, o grão de bico, os cereais e por aí vai, então os vegetarianos consomem sim proteína.

2 Vegetarianos têm deficiência de Ferro?

Aqui está outra dúvida por parte de quem está pensando em aderir esse estilo alimentar, mas diga-se de passagem, essa não é um mito, mas sim uma verdade (não uma regra geral e absoluta) mas é fato que quem segue a dieta vegetariana também enfrenta uma luta para manter a quantidade equilibrada de ferro no organismo.
Mas antes que comece a pensar muitas coisas sem sentido é importante destacar que os onívoros, ou seja, as pessoas que mantêm uma alimentação de origem animal e vegetal (talvez a maior parte das pessoas), também podem ter esse tipo de deficiência. Na prática tudo vai girar em torno de quais alimentos estão sendo consumidos diariamente e claro, como está a saúde intestinal desta pessoa para que não ocorra nenhum problema na hora da absorção de nutrientes pelo organismo.
E para não deixar ninguém na dúvida, as principais fontes de Ferro dentro da alimentação vegetariana podem ficar por conta do couve, do cheiro verde, dos nozes, do agrião, dos grãos integrais e da deliciosa Castanha.

3 Vegetarianos precisam de suplementação e Vitaminas!

Essa é uma dúvida clássica que não poderia deixar de fora desta lista, e a resposta é depende, afinal de contas a suplementação de vitaminas, principalmente as que formam o complexo B, só são indicadas aos vegetarianos, assim como, para os onívoros (pessoas que se alimentam de fonte animal e vegetal), isso acontece em casos específicos e sempre deve ser acompanhado por um profissional da área da saúde, seja ele um nutricionista ou mesmo médico especializado.
Na dúvida, sempre procure acompanhamento especializado, nada de ficar apenas nas respostas encontradas na internet porque talvez, ela não pode ser a mais recomendável para o seu caso.

4 Vegetariano tem que comer mais?

Esse é um daqueles gigantescos mitos. Vegetariano não tem essa necessidade de comer a mais o que precisa, o ideal é adequar a quantidade de proteínas e vegetais em todas as refeições que realiza ao longo do dia, isso considerando desde o café da manhã até a última refeição, a ceia. Esse controle é realmente preciso para manter a alimentação em ordem.

5 Dieta Vegetariana traz Riscos à Saúde!

Calma não é bem assim. Sei que tem muitos artigos, comentários e postagens na internet que falam sobre os riscos atrelados a essa dieta, mas o fato é que comprovadamente (por estudos científicos), não existe uma relação direta da dieta vegetariana e os inúmeros problemas de Saúde. O ideal mesmo é sempre procurar ajuda especializada e não ficar tentando responder as dúvidas sozinho.

6 Todo Vegetariano é sempre magro!

Não sei por que, mas para algumas pessoas a magreza quase sempre está associada a dieta vegetariana, mas não se deixe enganar por conta disso, é um grande mito. O que acontece na prática, é que em alguns vegetarianos exageraram no consumo dos carboidratos e com isso, desregulam o equilíbrio entre o consumo das proteínas, e nisso acabam é ganhando peso.
Isso costuma acontecer, principalmente nos casos em que ocorre a mudança da alimentação onívora para a alimentação vegetariana (isso sem um acompanhamento especializado, seja Orientação médica e ou nutricional). Esse é mais um bom motivo para reforçar a importância de sempre ter um acompanhamento especializado.

7 Criança não pode ser Vegetariana!

Esqueça isso. Trata-se de mais um mito que envolve o mundo da alimentação vegetariana. Ao contrário do que muitas pessoas pensam as crianças podem ser vegetarianas sem problema algum, mas é claro, assim como ocorre com os adultos é preciso adequar a quantidade dos macro e micronutrientes ingeridos nas refeições, e se necessário, fazer uma pequena suplementação com o auxílio de um acompanhamento especializado (sei que estou tocando muito neste ponto, mas ele é fundamental).

8 Vegetarianos não podem Praticar Esportes!

Não sei de onde tiraram essa, mas enfim, nós recebemos e também resolvemos acabar com esse mito, afinal de contas a alimentação vegetariana leva todos os nutrientes essenciais ao bom funcionamento do organismo e com isso, não existe quaisquer restrição à prática das atividades físicas regulares. Vegetarianos podem praticar atividades físicas tranquilamente até porque, atividade física faz bem para a mente, para a alma e para o corpo como um todo.
Fonte : dietaperderpesorapido
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O que comer antes e depois dos exercícios para emagrecer?




Quem quer emagrecer certamente já se deparou com diversas informações afirmando que além da dieta é preciso fazer exercícios, isto é verdade realmente terá resultados muito melhores com sua dieta se também estiver praticando atividade física. O que geralmente não é muito fácil de encontrar são informações sobre qual o tipo de alimentação deve ter antes e depois do treino para emagrecer. Aqui não encontrará as receitas propriamente ditas, mas sim algo muito melhor que são os conceitos sobre isso, desta forma terá total condição de escolher o que irá comer antes e depois de seus treinos sabendo exatamente porque de cada elemento escolhido. O princípio é bastante simples e envolve apenas 2 passos:
  • Antes do treino: gerar energia suficiente para treinar e acelerar o metabolismo.
  • Após o treino: repor proteínas.
Algumas pessoas mais radicais irão questionar a questão de consumir alimentos para gerar energia para treinar, irão afirmar que se deve treinar sem energia e obrigar o corpo a usar gordura localizada. Isto não é o ideal porque seu desempeno será muito mais baixo e não irá aproveitar os benefícios extras do exercício como por exemplo acelerar o metabolismo por até 24 horas.

Tipos de Alimentos Mais Indicados para Bons Resultados…

O primeiro tipo de alimento com que deve se preocupar são os que sejam boas fontes de carboidratos, como está fazendo dieta para emagrecer precisa que sejam carboidratos complexos (para evitar pecos de insulina) e também que não tenham uma grande quantidade de calorias. Os alimentos integrais de um modo geral atendem bem a estes quesitos.
Após o treino seus músculos estarão iniciando um período de recuperação, é fundamental que tenham proteínas disponíveis para isso, terá que encontrar fontes de proteína de rápida absorção e baixo valor calórico. A melhor alternativa para isso ainda é o Whey Protein.
Se estiver sentindo muito cansaço após o treino e ainda tiver algo para fazer neste dia poderá “recarregar” suas energias rapidamente comendo alguma fruta como a banana, possui bons níveis de açúcares e carboidratos e certamente ajudará a ter mais disposição.
Fonte : dietaperderpesorapido
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29 agosto 2018

Academia Americana de Pediatria (AAP) mostra preocupação com disruptores endócrinos.



A Academia Americana de Pediatria (AAP) publicou diretrizes em um comunicado e relatório técnico científico na última semana aconselhando que as famílias limitem o uso de recipientes de plástico para armazenar alimentos e que reduzam o consumo de carne processada durante a gravidez, investindo, principalmente nesse período, em maior infesta de frutas e vegetais in natura. As medidas reduziriam a exposição das crianças a produtos químicos em alimentos e embalagens de alimentos que estão ligados a problemas de saúde, como a obesidade, segundo a AAP.
Há uma preocupação relacionada ao crescente corpo de evidências científicas que indicam que certos produtos químicos que entram nos alimentos podem interferir com os hormônios naturais do corpo afetando o crescimento e o desenvolvimento no longo prazo.
O grupo de pediatras, que representa cerca de 67.000 médicos pediatras em todo país, também está pedindo testes mais rigorosos e a regulamentação de milhares de produtos químicos usados como aditivos alimentares ou indiretamente adicionados aos alimentos quando usados na fabricação ou manuseio de embalagens e plásticos.
Entre os produtos químicos que suscitaram particular preocupação estão os nitratos e nitritos, que são usados como conservantes, principalmente em carnes processadas; ftalatos, que são usados para fazer embalagens plásticas; e bisfenóis, usados no revestimento de latas metálicas para produtos alimentícios enlatados.
Também são preocupantes para os pediatras os químicos perfluoralquílicos, ou PFCs, usados em papel e embalagem à prova de graxa, e percloratos, um agente antiestático usado em embalagens plásticas.
A indústria se defende dizendo que “os produtos químicos são fundamentais para proteger a qualidade e a integridade dos alimentos, ajudar no transporte seguro e armazenamento de alimentos”, e que que muitas das substâncias químicas mencionadas na declaração da AAP não atuam como desreguladores endócrinos "em usos típicos e em níveis típicos de exposição", mas não forneciam referências científicas para apoiar essa alegação.
Uma linha de estudo da Universidade da Califórnia, em São Francisco, que usaram um novo método para escanear sangue, disseram ter encontrado dezenas de substâncias químicas chamadas ácidos orgânicos orgânicos (EOAs) em mulheres grávidas. EOAs, que incluem o bisfenol-A, têm estruturas químicas semelhantes aos hormônios, o que significa que podem perturbar o sistema endócrino do feto e interferir no seu desenvolvimento.
Pesquisadores envolvidos no estudo, publicado na revista Environmental Health Perspectives, disseram que alguns dos produtos químicos nunca haviam sido documentados no sangue de mulheres grávidas, incluindo dois produtos químicos que estão ligados a defeitos genéticos, danos fetais e câncer.
Entre os outros produtos químicos detectados nas mulheres grávidas estavam um composto estrogênico usado em produtos de plástico relacionados a alimentos, tubos plásticos e garrafas de água, bem como um composto proibido para uso como remédio para dieta pela Food and Drug Administration (FDA), décadas atrás, por causa dos riscos, mas ainda usados em cosméticos, pesticidas e como agente corante em processos industriais, informaram os autores do estudo.
Bebês e crianças são particularmente vulneráveis aos efeitos dos produtos químicos nos alimentos, em parte porque comem mais alimentos por quilo de peso corporal do que os adultos.
Talvez mais significativamente, os sistemas metabólicos e os sistemas de órgãos-chave das crianças ainda estão se desenvolvendo e amadurecendo, de modo que as perturbações hormonais podem potencialmente causar mudanças duradouras ou definitivas.
Muitas das substâncias químicas descritas no relatório de pediatria mostraram interferir com a função hormonal normal "imitando ou bloqueando as ações dos hormônios que são responsáveis pelo desenvolvimento do cérebro, desenvolvimento dos órgãos sexuais e funções metabólicas normais", disseram.
A obesidade infantil nos Estados Unidos mais do que triplicou desde a década de 1970, com quase uma em cada cinco crianças entre 6 e 19 anos consideradas obesas; a prevalência de transtornos do desenvolvimento em crianças aumentou a partir dos anos 1990 até meados dos anos 2000; e as taxas de diagnósticos de diabetes tipo 1 e tipo 2 entre crianças e adolescentes também estão em ascensão, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças. 
O grupo de pediatras sugere que os médicos recomendem às famílias tomarem as seguintes medidas para reduzir exposições químicas a crianças: 
- Priorizar o consumo de frutas e verduras frescas ou congeladas sempre que possível. 
- Evitar carnes processadas, especialmente durante a gravidez. 
- Evitar alimentos ou bebidas no micro-ondas - incluindo fórmulas infantis e leite materno bombeado - em recipientes plásticos; 
- Colocar recipientes de comida de plástico na máquina de lavar louça. 
- Use alternativas ao plástico, como vidro ou aço inoxidável, sempre que possível. 
- Verificar o código de reciclagem nos produtos e evitar plásticos com códigos de reciclagem 3, 6 e 7, que podem conter ftalatos, estireno e bisfenóis, a menos que sejam rotulados como "base biológica" ou "greenware", indicando que são feitos de milho e não contêm bisfenóis. 
- Lavar as mãos antes de manusear alimentos e bebidas, e higienizar todas as frutas e verduras que não são descascadas.

Fonte : abeso
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Como aproveitar o final de semana sem prejudicar sua dieta.



Nos finais de semana é comum que ocorram mudanças em nossa rotina.Por isso, é importante saber se controlar para evitar exageros e acertar na escolha dos alimentos diante de tantas tentações.
Algumas dicas para ajudar a controlar a alimentação no seu final de semana
Se estiver controlando o peso,e tiver cuidado da alimentação a semana toda,pode fazer duas refeições livres e prestar bastante atenção às outras,senão na segunda feira terá engordado tudo de novo.
Café da manhã na padaria:
Prefira sempre os sucos de frutas naturais sem açúcar.Se optar por um sanduíche,escolha recheios magros como queijo fresco e peito de peru.Se a opção for o delicioso pão na chapa,peça para tirar o miolo e ,ao invés de manteiga,colocar requeijão.Também são boas opções iogurte desnatado, frutas com cereais e média com leite desnatado. Prefira os bolos simples,sem recheio e tome cuidado com o tamanho das porções.
Almoço:
Nos rodízios, perdemos  a noção da quantidade de alimentos que está sendo ingerida. Caso se sua opção, tente parar de comer quando estiver satisfeito. Não precisa comer tudo só porque você está pagando.
Se escolher um restaurante de massas, saiba que as opções de massas menos calóricas,são as sem recheio, com molho de tomate ou bolonhesa.Molhos mais elaborados como o branco, quatro queijos, são muito mais calóricos quando comparados com o ao sugo. Modere no parmesão.
Jantar:
Na pizzaria, nada de comer só o recheio para comer maior quantidade.escolha o sabor que preferir e como dois pedaços.Se continuar com fome,ao chegar em casa,complemente  fruta
Sobremesas:
Opte sempre por frutas, caso já tenha feito uma refeição calórica.Se tiver vontade de comer um doce, escolha apenas uma opção uma vez no fim de semana,e evite comer doce após cada refeição.Ainda, se gosta de um taça de vinho,ou um chopp,não coma doce nesta refeição.
Aproveite o final de semana também para praticar atividades de lazer que vão te ajudar balancear um pouco das calorias consumidas.

Fonte : abeso
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28 agosto 2018

Estudo sugere que obesidade pode aumentar transmissibilidade da gripe.



O estudo Obesity Increases the Duration of Influenza A Virus Shedding in Adults, publicado no Journal of Infectious Diseases, lança novos aspectos que relacionam a obesidade à gripe causada pelo vírus influenza A. Além de aumentar o risco de uma pessoa sofrer complicações graves da gripe, incluindo hospitalização e até a morte, o excesso de peso também pode desempenhar um papel em como a gripe se dissemina.
Segundo os pesquisadores da Universidade de Michigan, em Ann Arbor, nos Estados Unidos, em colaboração com o Ministério da Saúde da Nicarágua, com o Sustainable Sciences Institute, na Nicarágua, e com a University of California-Berkeley, adultos obesos infectados com a gripe seguem exalando o vírus por mais tempo do que os não obesos, aumentando potencialmente a chance de infectar outras pessoas.
Para o Dr. Aubree Gordon, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, esta é a primeira evidência real de que a obesidade pode afetar mais do que apenas a gravidade da doença, interferindo diretamente na transmissão.
Analisando dados de 1.783 pessoas em 320 famílias em Manágua, Nicarágua, pesquisadores investigaram o efeito da obesidade sobre a duração da emissão viral ao longo de três temporadas de influenza, de 2015 a 2017.
No geral, 87 pessoas foram infectadas com influenza A e 58 com influenza B. Dos participantes, foram classificados como obesos 2% das crianças com até quatro anos, 9% das crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos e 42% dos participantes com 18 a 92 anos.
Adultos obesos com sintomas de gripe e influenza, confirmados por laboratório, eliminaram o vírus influenza A por 42% mais do que adultos com gripe que não eram obesos. Entre os indivíduos obesos infectados com gripe que estavam apenas levemente doentes ou sem sintomas, a diferença foi ainda maior: os adultos obesos eliminaram o vírus influenza A por 104% mais tempo do que os não obesos com gripe.
A obesidade também provocou um aumento de cerca de 1,5 dia no tempo em que o vírus influenza A permanecia sendo eliminado de adultos infectados em comparação com adultos não obesos.
A duração da transmissibilidade viral foi determinada por testes de amostras do nariz e da garganta, que detectaram a presença do RNA do vírus influenza, mas não indicaram se os vírus eram infecciosos. Novos estudos, já em curso, ajudarão a determinar se os vírus da gripe exalados por longos períodos por indivíduos obesos são de fato infecciosos e, assim, capazes de transmitir a doença para outras pessoas.
As diferenças observadas na duração do período de emissão dos vírus foram limitadas aos vírus influenza A, um dos tipos de vírus da gripe que podem causar epidemias em humanos. Os pesquisadores não encontraram associação com a obesidade ou com a duração da disseminação do vírus influenza B, que geralmente causa doenças acompanhadas de sintomas menos graves em adultos e não está relacionado a pandemias. A obesidade também não pareceu impactar a duração da transmissibilidade viral entre as crianças incluídas no estudo.
De acordo com os autores do estudo, a obesidade pode alterar a resposta imunológica do organismo e levar à inflamação crônica, que aumenta com a idade, além de dificultar a respiração e aumentar a necessidade de oxigênio. Esses fatores podem ajudar a explicar como a obesidade pode afetar o risco, a gravidade e o potencial de transmissão da gripe.
Obesidade no mundo
O estudo observou que as taxas de obesidade variam em todo o mundo: em 2014, a obesidade entre adultos nos Estados Unidos era de 35,5%, em comparação com 17,4% na Nicarágua. Estes números, no entanto, seguem crescendo, assim como em outras partes do mundo.
Com estes números, as novas descobertas, apoiadas por estudos futuros, sugerem que a obesidade pode desempenhar um papel cada vez mais importante na transmissão da gripe, implicando diretamente em potenciais riscos para a saúde pública, incluindo a disseminação da gripe entre a população.
Assim, é importante desenvolver estratégias efetivas para prevenir e controlar o vírus influenza, especialmente na população com sobrepeso e obesidade, bem como propor estratégias de prevenção específicas. Pesquisadores acreditam que com o desenvolvimento de uma vacina universal contra o influenza, em breve será possível oferecer melhor proteção contra a gripe para toda a população.

Fonte : abeso

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Avanços em pesquisas envolvendo enzima molecular podem ser a chave de tratamentos para doenças metabólicas e câncer.



A descoberta das acrobacias moleculares de uma enzima celular chave poderia levar a novos tratamentos para o câncer e doenças metabólicas, como obesidade e diabetes
A enzima celular é chamada PI3KC2A e, embora os cientistas soubessem que ela controla muitas funções celulares cruciais, como o controle do que ocorre nas membranas celulares quando recebem sinais externo ou como os sinais afetam os processos vitais dentro das células, permaneciam inseguros quanto aos mecanismos estruturais detalhados. Esses processos regulam, entre outras coisas, como as células crescem, se dividem e se diferenciam.
Agora, um novo artigo publicado no jornal Molecular Cell descreve pela primeira vez como a enzima celular muda de um estado inativo dentro da célula para um estado ativo na membrana celular.
Os pesquisadores, do Leibniz-Forschungsinstitut für Molekulare Pharmakologie (FMP) em Berlim, na Alemanha, em conjunto com colegas da Universidade de Genebra, na Suíça, investigam a PI3KC2A há algum tempo.
O novo trabalho revela fatos anteriormente desconhecidos sobre um mecanismo celular crucial chamado "captação de receptor". Interrupções de processos envolvendo esse mecanismo estão implicadas em doenças como câncer, diabetes e outros distúrbios metabólicos.
Os autores afirmam que suas descobertas "podem fornecer um alvo direto para terapias".
Membranas celulares são sistemas dinâmicos
As membranas celulares fazem muito mais do que manter o conteúdo das células juntas. Elas são sistemas dinâmicos que controlam rigidamente a passagem de produtos químicos para dentro e para fora da célula. A estrutura de uma membrana celular tem sido descrita como um "mar de lipídios”, contendo aglomerados flutuantes de proteínas que controlam a "permeabilidade seletiva" da membrana.
Os lipídios, que são moléculas semelhantes à gordura, também são ativos no processo de permeabilidade, funcionando como "interruptores moleculares" para cascatas de sinais químicos que são ligados dentro das células. Muitas dessas cascatas controlam funções essenciais, como crescimento, divisão e diferenciação de células.
Enzimas como a PI3KC2A têm um papel a desempenhar na produção dos lipídios, que atuam como interruptores moleculares. Portanto, encontrar maneiras de direciona-los pode levar a medicamentos que possam interferir nesses processos. A diferenciação celular, por exemplo, é crucial para a formação de novos vasos sanguíneos, ou angiogênese, que é um passo fundamental no crescimento do tumor.
Captação de receptores
Em trabalhos anteriores, os cientistas já haviam descoberto muito sobre a biologia estrutural e celular dos processos envolvendo PI3KC2A, incluindo o seu papel na captação de receptores, tendo estabelecido, por exemplo, que ligantes ou sinais químicos externos, de fora da célula, estimulam a enzima, ligando-se a proteínas de superfície chamadas receptores. Tais ligantes incluem insulina e fatores de crescimento, que acionam cascatas de sinalização dentro das células.
Uma vez ativado, o PI3KC2A permite um processo chamado endocitose, no qual pequenos sacos, ou vesículas transportam os "receptores ligados ao ligante" para o interior da célula. Uma vez dentro da célula, os receptores ligados ao ligante acionam as cascatas de sinalização que controlam funções celulares cruciais.
O novo estudo é significativo porque revela as mudanças detalhadas que o PI3KC2A sofre em cada etapa deste processo.
Enzima ativa "desdobra seus braços"
O grupo de pesquisadores explica que uma das coisas que eles descobriram é que, quando a enzima celular, ou quinase está inativa e descansando dentro da célula, parece "enrolada, como se tivesse envolvido seus 'braços' em torno de si". A enzima só se torna ativa quando dois componentes da membrana celular estão no mesmo lugar ao mesmo tempo. "Quando isso acontece", dizem, "a quinase desdobra seus 'braços' e cada 'braço' se liga a um dos dois componentes".
Alguns segundos depois disso, o processo será iniciado. A enzima começa a produzir muitas moléculas de sinalização lipídica que, então, acionam a "captação de receptores de sinalização ativada" no interior da célula, que  desencadeiam as cascatas que regulam o crescimento, a divisão e a diferenciação das células.

Fonte : abeso
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27 agosto 2018

Levante-se , sua vida agradece.



Um pouco de movimento não faz mal a ninguém! Aliás, faz é muito bem. Estudo realizado por pesquisadores da USP e da Universidade Federal de Pelotas conclui que se o tempo passado sentado fosse reduzido haveria maior longevidade. “No limite, reduzindo o tempo sentado em até 3 horas por dia, seriam evitadas 4% de mortes. Entretanto, reduções mais singelas já repercutiriam em grandes ganhos em saúde pública. Por exemplo, reduzindo em 2 horas/dia o tempo que ficamos sentados seriam evitadas 2% das mortes; se for uma redução de 1 hora/dia, teríamos 1,2% a menos de mortes”, aponta o educador físico Leandro Fórnias Machado de Rezende, da Faculdade de Medicina (FMUSP).
Mas, afinal, por que permanecer por muito tempo sentado eleva o risco de morte? Rezende explica que uma das respostas tem que ver com o fato de que a expressão de óxido nítrico do organismo diminui. Traduzindo, isso significa que podem ocorrer alterações cardiovasculares porque o óxido nítrico está relacionado a funções celulares. “Ocorre também a diminuição da ativação de uma enzima, a lipase lipoproteica, que é importante no metabolismo oxidativo, no controle de triglicérides, colesterol e outros fatores de risco metabólicos”, explica o doutorando do Departamento de Medicina Preventiva da FMUSP.
O jeito, então, é se mexer. Mas se seu trabalho o leva a ficar muito tempo sentado, tente se levantar de hora em hora, pelo menos; fazer uma breve caminhada, buscar água ou ir ao banheiro.
Já se você tem mais tempo livre, aproveite para se exercitar. Troque os momentos no sofá por momentos que exigem movimento. Seu corpo, quer dizer, sua vida agradece.

Fonte : revistavidaesaude
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Poluição e o risco câncer





Você sabia que a poluição, além de causar danos ao pulmão, pode provocar câncer em outras áreas do corpo também? A afirmativa vem de um estudo realizado por especialistas das universidades de Birmingham (Reino Unido) e Hong Kong. Eles publicaram os resultados da pesquisa na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention.
As partículas encontradas no ar são chamadas de material particulado. Dentre elas estão hidrocarbonetos e metais pesados produzidos por veículos, fábricas e usinas termoelétricas, etc.
A exposição a longo prazo ao material particulado está associada a um risco maior de câncer, bem como de outros problemas. Só para se ter ideia, durante a gravidez, aspirar a poluição mais fina, com cerca de 2,5 micrômetros aumenta, inclusive, a ocorrência de autismo nas crianças.
O que se descobriu com novos estudos é que, para cada 10 microgramas por metro cúbico (µg/m³) de aumento à exposição à PM2.5, o risco de morrer de qualquer tipo de câncer aumenta em 22%.
Esse aumento ainda está associado com um risco 42% maior de mortalidade por câncer no trato digestivo superior e um risco 35% maior de mortalidade por câncer nos órgãos digestivos que incluem o fígado, vias biliares, vesícula biliar e pâncreas.

Fonte : revistavidaesaude
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Durmam bem, crianças!



Afinal de contas, por quanto tempo crianças e adolescentes devem dormir? Seria possível padronizar o tempo de sono dos mais novos?
De acordo com a Academia Americana de Medicina do Sono, não. Para a instituição, as indicações podem ir de 16 horas para bebês a 8 horas para adolescentes. Parte das novas recomendações que acabam de ser publicadas na revista científica Journal of Clinical Medicine, por especialistas em transtornos do sono, o que se defende é que as horas de sono devem ser definidas segundo as faixas etárias.
Dormir bem e o suficiente faz bem para qualquer pessoa, mas o que os estudiosos perceberam é que ao se considerar a idade, benefícios como atenção, comportamento, aprendizagem e memória, podem ser adquiridos.
A Academia Americana de Pediatria também faz recomendações, mas no sentido de que os pais não permitam computadores e televisores nos quartos ou que, pelo menos, os equipamentos sejam desligados meia hora antes de os filhos irem deitar. A boa administração dos smartphones também é válida quando o que está em jogo são boas noites de sono.
Apesar de o assunto já ser motivo de preocupação de pais, médicos e educadores, é preciso reforçá-lo, pois, a deficiência de sono causa muitos problemas de saúde, podendo, inclusive, levar à depressão e a pensamentos suicidas.

Fonte : revistavidaesaude
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24 agosto 2018

Como evitar a prisão de ventre?




Opte por uma alimentação rica em fibras e beba pelo menos 1,5 L de água por dia. Com a ajuda do gastrenterologista Bento Charrua, coordenador da Unidade de Gastrenterologia da Clínica de Stº António, saiba como contrariar a prisão de ventre.

O que é a prisão de ventre?

Ainda que possa ser definida de várias maneiras, a obstipação – também conhecida por prisão de ventre – consiste na dificuldade de evacuar sem esforço e de modo regular no mínimo três vezes por semana.

Como se manifesta?

Dificuldade em defecar, evacuar fezes duras e sentir dores abdominais são os sintomas mais comuns da prisão de ventre. “Por vezes, dada a dureza excessiva das fezes e o esforço na evacuação, poderá aparecer sangue nas fezes, o que pode acontecer por alguma fissura anal ou traumatismo hemorroidário”, explica Bento Charrua, coordenador da Unidade de Gastrenterologia da Clínica de Stº António.

Quais são as causas?

Por norma, a obstipação surge na sequência de alterações dos hábitos alimentares, mas também pode ser consequência de stresse ou de um estilo de vida sedentário.“Importa referir, ainda, que alguns medicamentos são responsáveis pela obstipação, mas deverá ser sempre o médico assistente a ponderar o assunto e a resolvê-lo da melhor maneira”, acrescenta Bento Charrua.

Como resolver ou minimizar o problema?

Bento Charrua sublinha que a dieta e o estilo de vida são fundamentais para evitar a prisão de ventre. Estes são os conselhos do gastrenterologista:
1. Opte por uma alimentação saudávelUma dieta variada, rica em fibra, ajuda a regular o trânsito intestinal. Substitua o pão branco por pão escuro e as massas refinadas por massas integrais. Vegetais de folha verde, fruta e leguminosas são recomendados, assim como as ameixas e as uvas. Mas atenção: evite peras, maçãs e bananas, que podem causar obstipação em algumas pessoas.
2. Beba pelo menos 1,5 L de águaQuem tem tendência para sofrer de prisão de ventre deve preocupar-se ainda mais em ingerir bastantes líquidos ao longo do dia, sublinha o médico. A água é fundamental no processo digestivo, uma vez que facilita a deslocação dos alimentos e torna os intestinos mais flexíveis.
3. Pratique desporto com regularidadeOs movimentos associados ao exercício físico aceleram o trânsito intestinal, contrariando a acumulação de fezes. A Direção-Geral da Saúde recomenda que os adultos saudáveis façam, pelo menos, 150 minutos por semana de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade vigorosa.
4. Recorra a fármacos apenas em último casoSó se deve recorrer a medicamentos quando a mudança de hábitos alimentares não surte efeito, diz Bento Charrua. “Nesses casos devemos recorrer aos laxantes, tendo presente que alguns causam habituação e que o seu efeito irá progressivamente diminuindo.”
Fonte: rotasaude

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6 doenças associadas à obesidade.




A obesidade é um importante fator de risco para o desenvolvimento de diferentes doenças. Num país em que mais de metade da população tem excesso de peso e há perto de um milhão de pessoas obesas é importante saber quais as doenças associadas à obesidade e vencer o excesso de peso.

1. Hipertensão 

A obesidade é um dos principais fatores de risco para a hipertensão, problema que afeta cerca de um terço da população e que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mata anualmente 9,4 milhões de pessoas em todo o mundo. Perder peso permite reduzir os níveis de açúcar e das gorduras no sangue — como os triglicerídeos, o colesterol total e o colesterol mau (LDL-colesterol) — além de fazer aumentar o colesterol bom (HDL-colesterol), cuja ação melhora a circulação.

  • Risco
A hipertensão é 2,5 vezes mais frequente nos indivíduos obesos do que em pessoas com peso normal.
  • A boa notícia
Segundo um estudo realizado em 2011 por investigadores alemães da Universidade Greifswald, uma perda de 5% do peso corporal diminui o risco de hipertensão em 13%.

2. Diabetes

A genética tem a sua quota de responsabilidade, mas logo a seguir surge a obesidade como principal causa da diabetes tipo II, o tipo mais frequente e que começa a surgir em idades cada vez mais precoces. A acumulação de tecido adiposo, principalmente na zona abdominal, perturba o normal funcionamento das células na transformação da glicose em energia e leva a uma condição conhecida como resistência à insulina. O aumento da glicose circulante conduz ao desenvolvimento da diabetes do tipo II.

  • Risco
Oito em cada dez obesos sofrem de diabetes tipo II. Além disso, ter um perímetro abdominal superior a 100 cm eleva o risco de diabetes em 3,5 vezes, mesmo após um controlo do IMC.
  • Boa notícia
Cientistas da Universidade de Nápoles, em Itália, conseguiram reduzir em 56% as taxas de glicose em adultos com diagnóstico recente de diabetes tipo 2 apenas com a alteração do plano alimentar. O grupo seguiu uma dieta mediterrânica, à base de peixes, hortaliças, leguminosas, castanhas, cereais integrais, frutas e azeite.

3. Asma

A prevalência de asma tem vindo a aumentar e a OMS estima que a doença afete atualmente 200 milhões de adultos e crianças em todo o mundo. Apesar das causas da asma não serem totalmente conhecidas, sabe-se que a reação inflamatória provocada pela leptina, uma substância produzida pelo tecido adiposo, tal como elevados níveis de colesterol, aumentam o risco de asma nas crianças. Além disso, as pessoas obesas desenvolvem com frequência síndromes respiratórias e têm mais dificuldade em controlar os sintomas da doença.

  • Risco
Nas crianças, a probabilidade de desenvolvimento de asma aumenta 55% por cada unidade a mais de IMC, concluíram investigadores da universidade britânica de Bristol.
  • A boa notícia
diminuição do IMC contribui para aliviar os sintomas da doença, permitindo uma redução da medicação e um aumento da qualidade de vida.

4. “Fígado gordo”

Uma das complicações associadas à obesidade é a esteatose, também chamada “doença hepática gordurosa não-alcoólica” quando surge sem resultar de um exagerado consumo de álcool. O interior das células do órgão é infiltrado por partículas microscópicas de gordura. Não existe medicação para a esteatose e, em cerca de 20% dos casos, o problema evoluiu para cirrose hepática.

  • Risco
A prevalência de esteatose, que se situa nos 15%, sobe para 65% entre as pessoas obesas e atinge os 85% nos casos de obesidade mórbida.
  • A boa notícia
Nos pacientes obesos, com uma redução do IMC de 9,7% em seis meses, é possível obter bons resultados no controlo da esteatose, revela um estudo de investigadores iranianos, publicado em 2013.

5. Apneia do sono

A obesidade é o principal fator de risco da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS). Este é um problema grave, desde logo porque resulta numa excessiva sonolência diurna, capaz de perturbar a capacidade de raciocínio e avaliação, o que aumenta o risco de acidentes de viação ou de trabalho. Isto acontece porque as vias respiratórias superiores sofrem colapsos intermitentes durante a noite, superiores a 10 segundos, que provocam mini-despertares e desequilibram os níveis de oxigénio no sangue.

  • Risco
A obesidade quase duplica o risco de apneia. A prevalência de SAOS é de 25% nas pessoas com peso normal e de 40 a 45% entre os obesos. Sete em cada dez doentes diagnosticados com SAOS têm excesso de peso.
  • A boa notícia
Em doentes com obesidade mórbida, uma perda de 10% do peso permite reduzir em 25% o índice de apneia, afirma um estudo da Universidade brasileira de Ribeirão Preto. Os investigadores concluíram ainda que 86,3% dos pacientes submetidos a cirurgia bariátrica registaram melhoras significativas ou cura da apneia do sono após a perda efetiva de peso.

6. Cancro

O excesso de peso e a obesidade são responsáveis por meio milhão de novos casos de cancro por ano – 3,6% da totalidade. As contas foram feitas em 2014 pelo Centro Internacional de Investigação sobre o Cancro, uma agência da OMS, depois da análise dos dados de incidência e mortalidade da doença em 184 países. Não se sabe com rigor por que razão o tecido adiposo favorece o desenvolvimento de tumores mas, de acordo com o American Institute for Cancer Resarch (AICR), a obesidade é um importante fator de risco, sobretudo nos cancros do endométrio, esófago e pâncreas.

  • Risco
O American Institute for Cancer Resarch atribui ao excesso de peso uma percentagem significativa dos cancros do endométrio (49%), esófago (35%), pâncreas (28%), rim (24%), vesícula (21%), mama (17%) e cólon e reto (9%).
  • A boa notícia
Embora a relação não possa ser direta, estudos comprovam que a probabilidade estatística de alguns cancros em pessoas obesas diminuiu com a perda de peso. Cientistas da Universidade da Califórnia verificaram que as mulheres obesas que perderam peso após cirurgia bariátrica reduziram o risco de cancro do endométrio em 71%, diminuindo ainda o perigo em 81% quando conseguiam manter o novo peso.

Tratamento multidisciplinar da obesidade

O grupo Lusíadas Saúde tem, no Hospital Lusíadas Lisboa e Lusíadas Porto, um Centro focado no tratamento da obesidade. Em ambos os hospitais, o Centro Multidisciplinar de Tratamento da Obesidade, disponibiliza todas as valências médicas e unidades de apoio que permitem o tratamento integrado e completo da condição clínica do obeso, assim como equipamento tecnológico avançado e certificado para tratamento destes doentes.

Fonte : rotasaude

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